Cachorro com olho remelando e ficando branco, quando é emergência

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Cachorro com olho remelando e ficando branco, quando é emergência

Ver "cachorro com olho remelando e ficando branco" assusta qualquer dono: a combinação de secreção (remela) e alteração da coloração do olho pode significar desde uma conjuntivite simples até uma condição oftalmológica grave que ameaça a visão. Este texto explica, com base em práticas e conceitos endossados pelo CFMV, CRMV‑SP e ABMVP, por que esses sinais aparecem, como distinguir as causas mais prováveis, quais exames o oftalmologista veterinário fará e o que cada diagnóstico significa para a vida diária do seu animal.

Antes de entrar nas causas e condutas específicas, é útil entender rapidamente o que “remela” e “ficando branco” podem indicar na prática clínica: remela é a formação de secreção ocular seca ou úmida nas pálpebras — resultado de excesso de lágrimas, inflamação ou infecção — e “ficando branco” refere-se a opacidade da parede do olho, que pode estar na superfície (a córnea), no interior (o cristalino, que é a lente interna) ou na câmara anterior por células/inflamação.

Seguem as causas mais comuns e como cada uma se manifesta, seguida de explicações detalhadas sobre diagnóstico, urgência, tratamentos médicos e cirúrgicos, recomendações práticas e o que esperar na consulta com um oftalmologista.

Principais causas de remela e olhos que ficam brancos

Conjuntivite (inflamação da membrana que reveste a pálpebra)

A conjuntivite é inflamação da conjuntiva, a membrana transparente que reveste o interior das pálpebras e parte do globo ocular; caracteriza‑se por hiperemia (vermelhidão), secreção mucosa ou mucopurulenta (remela), espessamento conjuntival e, às vezes, coceira. Em cães e gatos pode ser primária (alergia, irritação) ou secundária a corpos estranhos, bactérias, vírus ou problemas lacrimais. Quando a secreção é abundante e esbranquiçada, pode haver mistura de muco normal com lipídios ou produtos de inflamação.

Keratite e úlcera de córnea (lesão na superfície do olho)

A córnea é a camada transparente na frente do olho. A ceratite é a inflamação da córnea; uma úlcera corneana (perda de epitélio ou estroma) pode causar lacrimejamento intenso, dor (piscar frequente, blefaroespasmo), remela e opacificação branca ou acinzentada no local da lesão por edema ou cicatrização. A córnea edemaciada perde transparência porque as células endoteliais, que mantêm o olho desidratado, estão danificadas.

Cerato‑distrofias e degenerações

Algumas doenças hereditárias ou degenerativas do endotelio corneano levam a perda de transparência progressiva que aparece como região esbranquiçada ou azulada. Exemplos incluem distrofia endotelial corneana e degeneração lipidica; ambas podem produzir remela associada por irritação crônica e epífora (excesso de lacrimejamento, que define o acúmulo de remela nas pálpebras).

Keratoconjuntivite seca (KCS)

A KCS, ou olho seco, é deficiência da produção lacrimal — detectada por teste de Schirmer, que mede a produção de lágrimas; o teste de Schirmer é um método simples: tira de filtro é colocada no canto do olho para medir quanto líquido é produzido em um minuto. A KCS causa secreção espessa e amarelada (remela), córnea opaca e vascularizada e risco de úlceras. É uma causa comum de remela constante que, sem tratamento, leva à cicatrização e perda de transparência corneana.

Uveíte e hipopion/hipema (inflamação intraocular)

A uveíte é inflamação das estruturas internas do olho (úvea). Pode causar secreção conjuntival, olhos fotofóbicos, e aparência “branca” quando há células e proteínas na câmara anterior formando exsudato, chamado hipopion (pus) ou, se houver sangue, hipema. A uveíte é uma condição séria: se não controlada, pode levar a formação de catarata, glaucoma secundário e perda visual.

Glaucoma (aumento da pressão intraocular)

No glaucoma, a pressão intraocular (pressão dentro do olho) aumenta e causa dor, náusea de nervo óptico e opacificação da córnea por edema, tornando o olho esbranquiçado. O aumento de secreção e lacrimejamento pode acompanhar. Diagnóstico e monitorização exigem tonometria, que mede a pressão intraocular com um aparelho chamado tonômetro.

Catarata e esclerose nuclear

O cristalino (lente dentro do olho) pode perder transparência por catarata — opacificação que impede visão — ou sofrer esclerose nuclear, mudança relacionada à idade que causa leve acinzentamento do núcleo do cristalino, sem perda significativa de visão. A catarata aparece como ‘olho branco’ quando o cristalino opacificado é visto atrás da pupila. Diferenciar catarata (compromete visão) de esclerose nuclear (visão muitas vezes preservada) é essencial para decidir tratamento como facoemulsificação (remoção cirúrgica da catarata por ultrassom; a facoemulsificação é uma técnica cirúrgica que fragmenta e aspira o cristalino opaco).

Depósitos minerais e lipídicos (calcificação e lipidose)

Alguns animais desenvolvem depósitos de cálcio ou gordura na córnea ou conjuntiva, que se apresentam como áreas branco‑opacas. São mais comuns em olhos cronicamente inflamados e em cães com alterações metabólicas. Podem produzir remela por irritação crônica.

Agora que as causas mais prováveis estão descritas, o próximo passo é entender como distinguir clinicamente entre elas e quais exames confirmarão o diagnóstico.

Como o oftalmologista diferencia as causas: exames e interpretação

Exame clínico inicial: sinais que indicam emergência

Na avaliação inicial, o veterinário busca sinais que exigem intervenção rápida: dor intensa (blefaroespasmo, lambedura excessiva do olho), secreção purulenta, perda súbita de visão, pupila dilatada não reagente, presença de sangue no olho (hipema) ou olho muito aumentado. Esses sinais podem indicar úlcera perfurada, glaucoma agudo, uveíte grave ou trauma.

Teste de fluoresceína

O teste de fluoresceína usa um corante que gruda em áreas com perda do epitélio corneano. Uma mancha verde na córnea confirma úlcera. O teste é rápido, indolor e imprescindível para todo olho remelando que parece dolorido.

Tonometria (medida da pressão intraocular)

A tonometria mede a pressão intraocular. Valores altos sugerem glaucoma; valores baixos podem indicar ruptura do globo ou uveíte. A tonometria é essencial para diferenciar edema corneano por glaucoma de edema por endotelial dysfunction.

Teste de Schirmer

O teste de Schirmer avalia a produção de lágrimas — uma tira de papel é posicionada no canto do olho por um minuto e a quantidade molhada é medida em milímetros. Valores reduzidos confirmam KCS, que explica remela espessa e córnea opaca crônica.

Biomicroscopia e gonioscopia

A biomicroscopia com lâmpada de fenda permite examinar camadas da córnea, conjuntiva, íris e cristalino em detalhe. A gonioscopia é exame do ângulo de drenagem do olho (onde o humor aquoso sai); é fundamental em casos de glaucoma para determinar se o ângulo está obstruído ou anômalo. Ambos são exames realizados pelo oftalmologista para decisões terapêuticas.

Citologia, cultura e PCR

Para conjuntivites recorrentes ou úlceras complicadas, a citologia (raspado superficial) identifica células inflamadas ou parasitas; cultura bacteriana e antibiograma definem tratamento antibiótico; PCR (reação em cadeia de polimerase) é usado para vírus como herpesvírus felino (FHV‑1).

Ecografia ocular e eletroretinografia (ERG)

Quando a mídia óptica está opaca (por exemplo, catarata densa), a ultrassonografia permite visualizar retina e vítreo; a eletrorretinografia (ERG) avalia função retiniana — útil antes de cirurgia de catarata para garantir que a retina funcione e que a cirurgia trará vantagem visual. A atrofia progressiva da retina é diagnosticada por ERG e caracteriza‑se por perda gradual de função retiniana (definir: perda das células fotossensíveis da retina).

Com exames realizados, o diagnóstico orienta o tratamento. A seguir, as abordagens terapêuticas e o que cada uma significa para a vida do animal.

Tratamentos médicos: o que cada conduta faz e quando funciona

Higiene e manejo inicial em casa

Limpeza cuidadosa da remela com compressas mornas e soro fisiológico (solução salina) remove secreção e facilita aplicação de colírios. Evitar cremes  veterinária oftalmologista  e colírios com corticóide sem avaliação veterinária é essencial: corticóide tópico pode acelerar úlcera corneana e causar perfuração.

Antibióticos tópicos e sistêmicos

Úlceras e conjuntivites bacterianas respondem a colírios antibióticos escolhidos por espectro e, idealmente, por cultura. Em ceratites profundas ou risco de perfuração, os antibióticos tópicos são usados com frequência e, às vezes, associam‑se a antibióticos sistêmicos.

Antivirais e tratamento de herpesvírus felino

Em gatos com úlceras recorrentes, o tratamento inclui antivirais tópicos (ex.: trifluorotimidina) ou sistêmicos (ex.: famciclovir) e medidas de suporte; antivirais exigem prescrição e acompanhamento. Medidas ambientais para reduzir estresse também ajudam a reduzir surtos.

Lubrificantes, imunomoduladores e lágrimas artificiais

Em KCS, lágrimas artificiais e lacrimomimeticos aliviam sintomas; medicamentos imunomoduladores tópicos como ciclosporina e tacrolimus estimulam produção lacrimal e reduzem inflamação crônica, melhorando remela e prevenindo cicatrização da córnea.

Anti‑inflamatórios e controle da uveíte

Uveítes exigem controle com anti‑inflamatórios — tópicos e/ou sistêmicos — para reduzir inflamação e prevenir formação de catarata ou glaucoma secundário. Em alguns casos, uso de atropina tópica (midriático) alivia dor por espasmo do músculo ciliar e previne sinequias (aderências).

Controle do glaucoma

Glaucoma agudo é emergência: reduzir a pressão com drogas tópicas (agonistas beta, prostaglandinas, análogos) e sistêmicas (inibidores de anidrase carbônica, osmóticos como manitol em casos agudos) é necessário para aliviar dor e preservar visão. Em glaucoma crônico, tratamentos medicamentoso podem não controlar e se discute tratamento cirúrgico ou enucleação em olho doloroso e não recuperável.

Quimioterápicos tópicos e ciclos de terapia

Para doenças superficiais crônicas (ex.: ceratite eosinofílica em gatos), podem ser usados corticosteroides tópicos ou imunomoduladores, porém somente após excluir úlceras e infecções bacterianas. A administração e o monitoramento são essenciais para evitar complicações.

Todas as terapias médicas exigem acompanhamento: muitos desses medicamentos são tóxicos se usados indevidamente e podem mascarar problemas que pioram sem cirurgia. Abaixo, as principais opções cirúrgicas quando o tratamento clínico não é suficiente.

Opções cirúrgicas e procedimentos oftalmológicos

Deveres da pequena cirurgia corneana

Procedimentos como keratectomia superficial (remoção mecânica de tecido corneano doente), aplicação de cola de fibrina, e enxertos conjuntivais ou mucoperiósteos fortalecem a córnea em úlceras profundas e reduzem risco de perfuração. Enxertos são tecidos suturados sobre a córnea para fornecer suporte e vascularização que acelerem cicatrização.

Tarsorrafia e colabamento palpebral

Em úlceras refratárias, a sutura parcial das pálpebras (tarsorrafia) reduz exposição e movimento palpebral, protegendo a córnea e favorecendo cicatrização.

Cirurgia de catarata por facoemulsificação

A facoemulsificação remove o núcleo opaco do cristalino por ultrassom, substituindo‑o por lente intraocular artificial quando indicado. É a técnica de escolha para catarata que compromete a visão e quando a retina está funcional (avaliada por ERG). Expectativa de visão pós‑operatória depende da saúde retiniana e do controle de outras doenças oculares.

Cirurgia do glaucoma e implantes de drenagem

Quando a tonometria persistentemente mostra pressão elevada apesar de medicação, implantes de drenagem ou procedimentos ciclocriotérmicos (redução da produção de humor aquoso) podem ser indicados. Esses procedimentos visam reduzir a pressão crônica e preservar o nervo óptico.

Enucleação (remoção do olho)

Em casos de dor ocular incontrolável, neoplasia intraocular ou olho gravemente danificado e insalvável, a enucleação é procedimento definitivo e oferece qualidade de vida: animais sem um olho se adaptam muito bem, rodam menos risco de dor crônica e impedem propagação de malignidades.

Decidir por cirurgia envolve avaliar riscos, benefícios e prognóstico funcional. A seguir, considerações por espécie e por idade, além de dicas práticas para donos.

Particularidades por espécie, raça e idade: o que muda no diagnóstico e tratamento

Cães braquicefálicos

Raças braquicefálicos (focinho curto) como Bulldog, Pug e Shih Tzu têm olhos mais expostos, pálpebras anômalas, e tendência à epífora e ceratites por exposição. Conformação facial aumenta risco de úlceras corneanas, pigmentação e ceratite crônica. Em muitos casos é necessário correção palpebral cirúrgica e manejo constante com lubrificantes.

Gatos: herpesvírus, ceratite eosinofílica e singularidades

Gatos frequentemente têm conjuntivites e úlceras por herpesvírus felino (FHV‑1); o manejo inclui antivirais e tratamento de suporte. A ceratite eosinofílica (doença imunomediada) provoca placas branco‑amareladas e requer terapia específica, muitas vezes com imunomoduladores. Glaucoma em gatos é menos frequente que em cães, mas pode ser secundário a uveíte.

Puppies e animais idosos

Filhotes podem ter olhos lacrimejantes por obstrução de ducto nasolacrimal (resolvem com manejo), trauma durante brincadeiras ou malformações congênitas. Animais idosos desenvolvem catarata e alterações da retina como atrofia progressiva da retina — essa é uma doença degenerativa que leva à perda progressiva da visão e pode ser acompanhada por mudança de reflexos e comportamento noturno. Em idosos, o risco anestésico para cirurgias é avaliado pelo oftalmologista em conjunto com o clínico geral.

Entendendo as particularidades, é importante saber o que esperar na consulta e quais são os passos práticos após o diagnóstico.

O que esperar na consulta com o oftalmologista veterinário

Organização da consulta

Ao chegar, o médico fará anamnese detalhada: início dos sinais, evolução, tratamentos já tentados e comportamento visual do animal. Em seguida, exame físico oftalmológico com lâmpada de fenda, tonometria, teste de fluoresceína, teste de Schirmer e, quando indicado, citologia, cultura e exames de imagem (ecografia ocular).

Tempo e necessidade de exames complementares

Alguns exames são imediatos (fluoresceína, Schirmer, tonometria). Outros requerem sedação ou anestesia leve, como ERG e exames mais aprofundados, e podem ser agendados. Se houver suspeita de catarata com retina opaca, o ERG é solicitado antes da facoemulsificação para prever retorno visual.

Como preparar o animal e o dono

Levar histórico completo, qualquer colírio ou medicação utilizada e evitar aplicar medicamentos sem orientação antes da consulta, pois podem mascarar sinais. Alguns exames exigem jejum; o clinic staff informará se for o caso.

Depois da consulta e estabelecimento do plano terapêutico, é normal ter dúvidas sobre o impacto no dia a dia do animal e sobre cuidados domiciliares. A seguir, orientações práticas e sinais de alerta.

Cuidados práticos em casa, sinais de alerta e prevenção

Administração de colírios e compressas

Seguir rigorosamente a posologia prescrita. Lave as mãos antes e depois. Segure o focinho ou corpo suavemente; puxe a pálpebra inferior, pingue a gota e permita que o animal pisque para espalhar o medicamento. Evite tocar a ponta do frasco na superfície ocular para prevenir contaminação.

Limpeza da  remela

Compressas mornas com soro fisiológico ajudam a soltar remela e reduzir desconforto. Faça movimentos suaves da parte interna para a externa da pálpebra para evitar espalhar secreção para o saco lacrimal.

Sinais que exigem ação imediata

Procure atendimento emergencial se houver: dor intensa (olho fechado, lambedura excessiva), perda súbita de visão, olho aumentado, secreção purulenta abundante, sangue no olho ou se o animal não aceita manipulação por dor. Glaucoma agudo e perfuração corneana são urgências.

Prevenção

Higiene periocular regular em raças predispostas, controle de doenças sistêmicas que afetam o olho (diabetes, hipertensão felina), vacinação e controle de stress em gatos (para reduzir reativações de FHV‑1) ajudam a prevenir problemas. Exames oftalmológicos periódicos em raças predispostas facilitam diagnósticos precoces.

Após explicadas as medidas práticas e sinais de alerta, define‑se o prognóstico e o impacto real na vida do animal.

Prognóstico, qualidade de vida e o que muda no dia a dia

Visão e funcionalidade

O prognóstico depende do diagnóstico e do tempo até iniciar tratamento. Úlceras superficiais bem tratadas costumam curar sem perda visual. Glaucoma não tratado pode causar cegueira e dor. Catarata operável com retina funcional pode ter excelente retorno visual após facoemulsificação. Animais com perda unilateral de visão convivem bem, adaptando‑se a condições domésticas com facilidade.

Dor e bem‑estar

Olhos inflamados ou com pressão alta causam dor. O objetivo imediato do tratamento é controlar dor e inflamação; se isso não for possível e o olho for irreversivelmente doloroso, a enucleação é uma solução compassiva que restaura o conforto do animal.

Monitorização a longo prazo

Condições crônicas (KCS, degenerações corneanas, glaucoma) exigem monitorização e tratamentos contínuos. Agendas regulares de retorno ao oftalmologista e às vezes monitorização domiciliar de sinais visuais são necessários.

Para finalizar, um resumo objetivo com passos acionáveis que você pode seguir agora se notar remela e olho ficando branco no seu cão ou gato.

Resumo conciso e passos acionáveis agora

Se seu animal está com remela e o olho ficando branco: mantenha a calma e execute estas etapas imediatas.

1) Examine sem tocar excessivamente: anote início, unilateralidade e comportamento do animal (piscar, blefaroespasmo, fotofobia).

2) Limpe suavemente com compressa morna e soro fisiológico para remover remela.

3) Não aplique colírios humanos ou corticosteróides sem orientação veterinária.

4) Procure atendimento veterinário ou oftalmológico imediatamente se houver dor intensa, perda súbita de visão, olho aumentado, sangue ou secreção purulenta.

5) Leve todos os colírios previamente usados e histórico de doenças; aguarde diagnóstico completo que inclui teste de Schirmer, tonometria, teste de fluoresceína, biomicroscopia e, se necessário, gonioscopia, culturas e ultrassonografia.

6) Siga o plano terapêutico e compareça a retornos para monitorização; condições crônicas necessitam manutenção. Para dúvidas urgentes sobre dor ou mudança súbita, entre em contato com o serviço de oftalmologia veterinária local.

Esses passos ajudam a proteger a visão e o bem‑estar do seu animal. Atendimento precoce e diagnóstico preciso são determinantes para um bom prognóstico nas condições que causam remela e olhos esbranquiçados.